quarta-feira, dezembro 14, 2011

Bilhete Único em Niterói começa a valer hoje. Usuários vão pagar apenas R$ 2,50 para usar dois ônibus dentro do intervalo de uma hora, Para o benefício valer na viagem de volta, o intervalo mínimo deverá ser de três horas. Depois da segunda utilização, o desconto só vai estar disponível no dia seguinte. Os bilhetes poderão ser obtidos nos postos de cadastramentos na cidade, ou pelo site da Fetranspor. O bilhete pré-carregado custa R$ 5.

Bilhete Único da cidade de Niterói começa a valer | Jornal O Fluminense

Ser Chefe é?

Há pessoas que quando ocupam um cargo de chefia numa empresa, seja ela pública ou privada, se acham tão importantes e superiores a todos, que perdem o senso e começam a tratar mal seus subordinados. Esquecem o caminho que os levaram até ali; que um dia também foram subordinados a alguém e se imaginam deuses. São arrogantes e prepotentes. Desconhecem a ética, as boas maneiras, o companheirismo e acima de tudo – o profissionalismo.  Descarregam suas frustrações, seus desamores e até mesmo sua incompetência nos seus “imediatos” e quando isso ocorre, o clima torna-se desagradável entre as partes e, faz com que o trabalho não renda como deveria. Já me senti prejudicado pelo meu chefe de tal maneira que o  me deixou  doente, procurei ajuda psicológica, e que o médico me aconselhou a tomar um determinado remédio controlado para relaxar meu descontrole emocional em face ao acúmulo de trabalho; Não estava conseguindo fazer minhas atividades dentro de meu horário. Meu  estresse chegou a tal ponto que não consegui dormir sem o uso do remédio. Quando estava em casa  pensava em voltar à empresa, puts já me sentia atormentado e entrava em pânico.


Infelizmente há chefes que se vestem de uma falsa liderança e conduzem seus subordinados dessa forma; não conseguem enxergar que essa política está ultrapassada, que as pessoas precisam de motivação para sentirem-se dispostas em oferecer o melhor de si e assim sendo, sentir prazer em retornar à sua empresa todos os dias para executarem suas atividades; vestindo a camisa da empresa. Todos têm seus valores individuais, mas unidos em prol de um objetivo comum crescem e fazem sua empresa crescer. Um chefe eficiente não precisa estar a cada momento lembrando que é ele quem determina, pois todos sabem e o respeita por suas atitudes equilibradas, por seu tato em lidar com sua equipe. O sucesso em suas metas traçadas deve ser compartilhado com toda a equipe, pois só será alcançada com a colaboração do mais humilde ao mais elevado participante. Portanto, a educação, a humildade e o respeito, sempre serão ótimos aliados, e nada melhor que um chefe ter em seus colaboradores, amigos e grandes parceiros, espero que esses, aprendam um pouco, boa sorte!!
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Dirigir e cobrar não dá!!!

Para assistir o video, Copie o endereço abaixo e depois cole na sua barra de navegação
 http://www.videolog.tv/video.php?id=488055        (parte 1)
 http://www.videolog.tv/video.php?id=487827        (parte 2)

Bilhete Único será reajustada de R$ 4,40 para R$ 4,95

Passagem com Bilhete Único será reajustada de R$ 4,40 para R$ 4,95 | Jornal O Fluminense

Bilhete Único Municipal chega a Niterói esta semana.O Bilhete Único já vem habilitado para fazer a integração intermunicipal, com as barcas ou linhas intermunicipais

Bilhete Único Municipal chega a Niterói esta semana | Jornal O Fluminense

sábado, dezembro 03, 2011

Sistema BRT em Niterói

Bom dia caro amigos leitores.
 Gavião Peixoto sem estacionamento. Gostou, então pode comemorar a partir de Janeiro o projeto sai do papel, pelo menos é o que afirma a Nittrans, confira a matéria.
Implantação do sistema BRT deve começar em janeiro | Jornal O Fluminense

sexta-feira, novembro 18, 2011

Via Orla o projeto

Campus do Gragoatá da Universidade Federal Fluminense vai ganhar área de 10,5 mil metros quadrados e outro espaço será destinado a construção de hotel para o curso de Hotelaria
Só espero que não acabe com o nosso lazer do Domingo.


O projeto da Via Orla, que vai criar um novo trajeto do Centro aos campos da Universidade Federal Fluminense (UFF), será submetido ao Conselho Universitário em breve. A informação foi dada ontem pelo reitor da universidade, Roberto Salles, em entrevista coletiva. Ele garante que tanto a cidade quanto a comunidade universitária irão se beneficiar com a obra. Salles deu mais detalhes sobre o projeto.De acordo com o reitor, a Prefeitura está propondo para a UFF uma área de 10,5 mil metros quadrados, do lado da faculdade de Educação Física, no campus do Gragoatá, para ser anexada à universidade. Ela também irá ceder mais uma área para ser construído um hotel para o curso de Hotelaria.
Via Orla, à beira-mar, não vai permitir caminhões. Foto de divulgação“A Prefeitura vai fazer também toda a urbanização da universidade e vai entregar todos os espaços do município que estão dentro da Universidade. No campus do Valonguinho, há várias ruas que pertencem ao município, além de uma praça e mais um estacionamento, que já estamos usando, lá na Praia Vermelha. Tudo isso ficaria por conta do município, a comunidade precisa ver os ganhos que nós vamos ter com esse trabalho pela orla, com essa via. Não passa ônibus, caminhão, é exclusivamente para pedestres, ciclistas e carro de veículos. Quem ganha é a população de Niterói”.
Possíveis impactos serão compensadosO reitor explicou que a Via Orla faz parte de uma espécie de compensação pelo “impacto de vizinhança” que a expansão  vai gerar. O Ministério público federal chegou a pedir a interdição das obras da universidade porque a universidade não havia incluído um estudo viabilizando o fluxo de carros e de pedestres perante o crescimento do complexo universitário. “Nós tivemos que fazer o projeto da Via Orla e colocar dentro do Estudo de Impacto da Vizinhança (EIV). Incluímos também a possibilidade de fazermos uma ciclovia e um calçadão pela orla do Gragoatá, mas isso é uma matéria que vai passar ainda pelo conselho universitário, não é nada garantido. O Ministério Público queria interditar as obras da universidade, o que seria um caos. São 18 grandes obras, cuja execução financeira é de 33 milhões, que nunca pararam, teríamos que desmobilizar canteiro de obras, íamos perder milhões de reais. Íamos deixar de fazer as salas de aula e dar conforto para os professores e alunos”, ressaltou Salles.
Projeto da Via Orla, que liga o Centro de Niterói até campos da Universidade Federal Fluminense será submetido a conselho e reavaliar possíveis impactos da obra na região. Foto de divulgaçãoEm relação à Via 100, o reitor deixa claro que a obra está prevista no Plano diretor de Niterói desde 1982 e não tem nada a ver com a UFF, a não ser pela troca de espaços com o município. Placas da prefeitura já foram fixadas no local onde será construída a via, indicando o início dos trabalhos.
Ocupação – Os projetos andaram gerando protestos na comunidade universitária. Anteontem, os estudantes invadiram a reitoria da UFF e passaram mais de 24 horas ocupando o espaço. Na madrugada de sexta-feira, os 30 manifestantes foram retirados pelas polícias Militar e Federal.
Os alunos da universidade dizem que o projeto urbanístico das vias 100 e Orla passam a frente de outros projetos da universidade, considerados por eles mais urgentes e necessários à vida acadêmica. Além disso, um trator teria destruído uma plantação do curso de Agronomia da universidade. 
Projetos – A Via 100 faz parte do Plano Diretor da cidade. Ela permitirá o fluxo de carros, ônibus e caminhões fora dos campi da UFF, além de ligar os campi do Valonguinho, Gragoatá e Praia Vermelha. A Via Orla possibilitará à universidade ampliar o número de vias de acesso ao campus do Gragoatá e permitirá somente o fluxo de veículos da instituição e carros de passeio. A via também possuirá corredor de ciclovias, redutores de ruído, calçadão e um píer exclusivo, além de estacionamento para a comunidade universitária. A UFF não permitirá a construção de quiosques de qualquer natureza na via.

O FLUMINENSE

Motoristas desrespeitam as leis de trânsito

O desrespeito às leis de trânsito no Centro de Niterói é grande, não é a primeira vez que venho aqui ressaltar.  Carros estacionam em locais proibidos, motos em calçadas e caminhões param para descarga em meia pista prejudicando o trânsito. As ruas José Clemente, Aurelino Leal, Almirante Teffé, Doutor Bormam, GAVIÃO PEIXOTO e outras vias do bairro estão cheias de flanelinhas atuando irregularmente, cobrando quantias aos motoristas para “guardar” os carros, muitas vezes sobre calçadas, em cruzamentos e portas de garagem ou em fila dupla. Isso porque o poder público esta ausente em nossa cidade, não só nas ruas mas em vários setores.
Diversas infrações podem ser observadas por quase todas as ruas que se passa. Motociclistas utilizam as calçadas tanto para estacionar quanto para trafegar. Na Gavião Peixoto por onde preciso passar 5 vezes por dia, é um absurdo, na cara dos guardas de trânsito motoristas param em local proibido é um absurdo. O Marcollini cadê você? Se a prefeitura não paga os salários dos guardas em dia, se estão ali apenas para marcar o ponto, os nossos vereadores precisam tomar providências, Renatinho???? Gallo???? Vamos botar ordem nesse trânsito. Falar é muito fácil, mas só queria ter a oportunidade de um Mês ser secretário de transporte, com certeza não seria no ar condicionado que resolveria caos nas ruas, ainda mais ganhando aquele salário gorrrrrdo, faria com o maior prazer. Mas.... Vou tentando por aqui fazer o que posso, dirigindo, dirigindo, dirigindo, quem sabe ano que vem ?
O presidente da Niterói Transporte e Trânsito (NitTrans), Sérgio Marcolini, apresentou durante audiência pública, o projeto básico do futuro sistema de transporte municipal.
O “Plano de Melhorias para o Sistema Viário, Trânsito e Transporte Público”, elaborado pela autarquia, com a consultoria do escritório do urbanista Jaime Lerner, prevê, entre outras mudanças, a adoção de faixas exclusivas para ônibus nas avenidas Amaral Peixoto e Roberto Silveira, como já ocorre na Alameda São Boaventura.
O Plano propõe, ainda, a substituição gradual da atual frota por veículos mais confortáveis e de entrada baixa, que garantem maior acessibilidade; além da reestruturação das atuais linhas de modo a concentrar demandas nos Terminais de Integração – cinco ao todo –, criando um sistema tronco-alimentado, com integração física e tarifária através do Bilhete Único Municipal.
Para Marcolini, trata-se de uma solução eficiente, já empregada com sucesso em outros municípios, de baixo investimento, e que proporciona uma redução nos tempos de viagens e nos custos operacionais do sistema, contribuindo significativamente para melhoria da mobilidade.
“Hoje, cada empresa permissionária explora, com exclusividade, linhas do serviço de transportes de passageiros de cada bairro ou região. Com isso, percebe-se uma grande concentração de coletivos nos bairros centrais, como na região das Praias da Baía, enquanto em bairros mais afastados, como os situados na região das Praias Oceânicas, a população reclama da escassez do serviço. A operação por itinerários previamente definidos nos respectivos contratos de permissão apresenta alguns problemas, como linhas superpostas em áreas de maior demanda, como na primeira região, e menor frequência em bairros mais afastados. Isso implica na baixa velocidade operacional e nenhuma possibilidade de flexibilidade, de alterações, o que causa atrasos e demoras. Já o novo sistema tronco-alimentado permitirá a racionalização dos itinerários; e a redução e melhoria da frota operacional. E isso só será possível com a radical transformação do sistema, através de um novo contrato de concessão”, explica Marcolini.
''Esse que é o problema, mais um contrato de concessão e com certeza décadas de isenção de impostos, como foi feita na construção do terminal...''
Nove empresas compõem frota operacional de Niterói
Avenida Marquês de Paraná terá estação de ônibus. Foto de reprodução: Marcello Almo
Atualmente, operado por nove empresas com uma frota operacional de 672 veículos distribuídos em 54 linhas – que transportam aproximadamente 6,8 milhões de passageiros pagantes por mês e algo em torno de 2 milhões de gratuidades –, o sistema de transporte coletivo municipal passará a ser operado por apenas duas empresas, isoladas ou consórcios.
Cada uma será responsável por atender uma área distinta e, juntas, atuarão numa área comum.
“O novo sistema irá dividir o município em três áreas operacionais: Norte, que compreende os bairros da Zona Norte e Pendotiba; Oceânica, que compreende toda a região das Praias Oceânicas; e uma Área Comum, que abrange Centro, Icaraí, Santa Rosa, ou seja, a região das Praias da Baía, com exceção da sub-região de São Francisco”.
Licitações devem ser abertas
O Procurador-Geral do Município, Bruno Navega, abriu a audiência reiterando a obrigatoriedade desta – cujo objetivo é ouvir sociedade civil e interessados –, conforme prevê a lei de licitações, para a conclusão e publicação do edital de licitação para a concorrência das empresas interessadas em explorar o novo sistema de transporte coletivo na cidade.
“Não é possível implantar o novo Plano sem encerrar as atuais concessões”, frisou Marcolini.
Para tanto, segundo o Procurador, se tornou possível o projeto inicial do edital de licitação a partir da aprovação de algumas leis pela Câmara de Vereador, entre as quais a lei nº. 2843/11, que estipula novas regras para a delegação do transporte coletivo municipal, que traz a ideia básica de se fazer a outorga por áreas, com a definição de novos itinerários; a lei do Bilhete Único (nº. 2851/11), que deverá ter efeito até 30 de novembro; e a lei de redução do ISS do transporte coletivo.
Critérios definidos pelo poder público- O procurador falou, ainda, sobre os critérios de julgamento definidos pelo poder público para eleger a empresa vencedora da concorrência pública.
“Foram dois os critérios definidos: melhor técnica, ou seja, vence a empresa que apresentar melhores condições técnicas para a prestação de um serviço mais eficiente à população; e maior valor de outorga, ou seja, o licitante que pagar mais”, informou. E explicou porque o critério de menor valor de tarifa foi descartado.
“Já está mais que comprovado que não é a melhor opção porque, após um período, a empresa acaba oferecendo um serviço de má qualidade”.
Quanto ao valor de outorga será destinado a um fundo criado recentemente, o Fundo da Mobilidade Urbana. “É esse dinheiro que irá custear as obras do novo sistema de trânsito e transporte, contido no projeto básico aqui apresentado”, salientou.
O FLUMINENSE

Obras da Linha 3 do metrô estão mais perto do início

Pelo menos a esperança é a que me conforta, pois é um abuso com o cidadão que paga impostos altíssimos, o mínimo que o governo deve fazer ´cumprir o projeto, que tbem não podemos esquecer, que em 2012 teremos eleição rs...

Segundo o vice-governador, o objetivo do Governo do Estado é iniciar o processo para a construção da Linha 3 ainda este ano, licitando algumas intervenções. O espaço em que funcionava o supermercado Carrefour, onde ficará a estação intermodal que conectará barcas, ônibus e o metrô, deverá ser desapropriado.
Prevista para ser concluída até 2014, a Linha 3, já tendo obtido as licenças ambientais do Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e Recursos Naturais Renováveis (Ibama), custará  cerca de R$ 1,2 bilhão, sendo R$ 400 milhões provenientes da Petrobras. O trajeto inteiro, com 37 quilômetros e 16 estações, será dividido em dois trechos: o primeiro, que liga Niterói a São Gonçalo, com 23 quilômetros e o segundo, com 14, que segue até Itaboraí, com uma parte feita por rodovia. A instalação terá ainda 18,8 quilômetros de vias que serão elevadas e 4,2 quilômetros em superfície.
A primeira estação será a Araribóia, no Centro de Niterói, onde será construído um terminal intermodal projetado nos moldes do Caminho  Niemeyer, que será também estação de ônibus e de barcas, com capacidade para 650 mil passageiros por dia. O entorno do terminal deverá ganhar vegetação, para compor a paisagem.
A via férrea passará sobre os acessos à Ponte Rio-Niterói, chegando à segunda estação, no Barreto. No local será construído um pátio para pequenos serviços de manutenção dos vagões do metrô.
A Estação de Guaxindiba terá ligação para os municípios de Itaboraí, Tanguá, Rio Bonito, Cachoeiras de Macacu e Magé. Em Itambi, distrito de Itaboraí, será feita uma via de acesso para transporte de cargas pesadas em direção ao Comperj. E a última estação será a de Visconde de Itaboraí, próximo ao Complexo Petroquímico.
Todas as estações deverão ter elevadores para portadores de deficiência e escadas rolantes.

O FLUMINENSE

quarta-feira, maio 18, 2011

O SONHO PODE VIRAR REALIDADE, SERÁ?

CARO AMIGOS LEITORES: è com muito prazer que eu apresento o maior projeto dos últimos anos na cidade. Nosso prefeito deve ter lembrado que ano que vem é ano de eleição, e claro que as obras não podem parar. Sendo assim parece que deve sair do papel os projetos. Espero que gostem!!!Um novo terminal, o maior da América Latina, moderno, que integre diferentes meios de transporte (ônibus, metrô e barcas) numa única região, e se harmonize esteticamente ao Caminho Niemeyer. Cinco mil novas casas para abrigar quem hoje mora em áreas de risco na cidade. Os projetos listados acima são parte da grande virada que o prefeito de Niterói, Jorge Roberto Silveira, anuncia para os seus próximos 18 meses de mandato. Em entrevista exclusiva concedida a O FLUMINENSE, Jorge Roberto fala com entusiasmo do futuro, reconhece falhas e promete deixar um legado de valor inestimável para a população de Niterói.

O FLUMINENSE - Qual é a importância do novo Terminal João Goulart para Niterói?
JRS – O novo terminal representa várias coisas positivas.

Em primeiro lugar, um conforto muito maior para os usuários, já que o atual encontra-se esgotado.

Em segundo, favorece a implantação de um sistema viário mais disciplinado que vai diminuir o tempo de espera dos passageiros e reduzir os engarrafamentos na área.

Em terceiro, será um poderoso fator no desenvolvimento do projeto de revitalização do Centro de Niterói.

Em quarto lugar, este será o maior terminal intermodal da América Latina porque a cidade tem de estar preparada para o advento do Comperj.

E, finalmente, será a intervenção que completará o Caminho Niemeyer, pois os traços arquitetônicos do atual terminal não se harmonizam com a ideia do Caminho.

O FLU - O senhor listou cinco motivos para a construção do novo terminal. Daria para explicar mais detalhadamente cada um deles ?
JRS – Vamos pela ordem, então...

FLU - O primeiro ponto é a questão do esgotamento do atual terminal...
JRS – Isso. Temos de levar em conta o aumento do número de usuários e as alterações que, ao longo dos anos, foram feitas de forma improvisada. Há dezenas de pequenas lojas, por exemplo, que não constavam do projeto inicial e que foram construídas ali, diminuindo consideravelmente uma das coisas mais importantes da concepção original do projeto, que era a ventilação.

Quando foi inaugurado, o terminal era motivo de orgulho por ser confortável, amplo e arejado. Com as lojas, criou-se um corredor estreito e sem ventilação para a população. Eu até acho que deve haver comércio dentro do terminal, mas as lojas têm de ser construídas de modo a melhorar o serviço prestado ao passageiro e não atrapalhá-lo.

O novo projeto prevê várias lojas que não interferem na circulação e, ao mesmo tempo, representam maior comodidade e conforto para os usuários. E vamos ter também uma grande garagem subterrânea para várias centenas de carros.

O FLU – Em segundo, a melhoria do sistema viário.
JRS – Quem passa por ali na hora do rush se espanta com o caos que se implanta na região. É uma tal quantidade de ônibus se espremendo uns contra os outros que chega a assustar. Além de tornar o tráfego moroso e confuso em todo o Centro, provoca uma demora no atendimento ao passageiro muito acima do que seria aceitável.

Organizado o trânsito ali, dentro da concepção do novo terminal, o passageiro vai se beneficiar ao ser atendido com mais rapidez, diminuindo o seu tempo de espera e, consequentemente, diminuindo o tempo que ele perde no transporte de casa para o trabalho e do trabalho para casa. Um outro fator é que o novo sistema viário vai oxigenar toda aquela área, dando à população mais facilidade para chegar e usar o Caminho Niemeyer.

O FLU – O terminal faz parte, como o senhor falou, da revitalização do Centro.
JRS – Sim. Não será difícil revitalizar o Centro na medida em que você tenha o principal polo de transportes da cidade organizado, limpo, seguro, moderno e integrado. Como a própria palavra diz, “revitalizar” é dar vida de novo, ou seja, é colocar gente morando e vivendo no Centro. Para isso, é fundamental termos toda a área do antigo Aterro Praia Grande funcionando de modo a atrair para o miolo do Centro da cidade novos moradores que vão transformar o que hoje é uma parte deteriorada de Niterói em motivo de orgulho para toda a população.

O FLU – O senhor diz também que o novo terminal leva em consideração o advento do Comperj. Como assim?
JRS – É que, na verdade, o novo João Goulart será um grande complexo, o maior terminal intermodal da América Latina. Além dos serviços voltados para o transporte rodoviário, ele terá a nova estação das barcas e a estação da futura Linha 3 do metrô, todas integradas de modo a servir com mais conforto e agilidade a população. A atual estação hidroviária é provisória há mais de 50 anos e já era hora de Niterói ter uma estação definitiva.

O metrô, mesmo que o túnel sob a Baía de Guanabara não seja construído num futuro próximo, terá de ter o trecho de Niterói até Itaboraí concluído no prazo mais curto possível por ser imprescindível ao bom funcionamento do Complexo Petroquímico. E sua estação será ali, integrada à dos ônibus e à das barcas.

O FLU – De onde sairão os recursos para todas essas obras ?
JRS – Dentro de cerca de dois meses, faremos a licitação para a construção pela iniciativa privada e posterior administração e exploração do terminal rodoviário. Temos notícia de que já existem vários grupos interessados em participar desse projeto que é baseado em uma Parceria Público Privada. Ou seja, a Prefeitura não colocará um centavo sequer na construção, mas dará a concessão da exploração do terminal por um determinado tempo a quem investir na viabilização da obra.

A estação das barcas será custeada e explorada pela Barcas S/A e a estação do metrô pelo Governo do Estado. Um dos maiores entusiastas disso é o secretário estadual de Transportes, deputado Julio Lopes, pessoa extremamente competente que rapidamente entendeu o alcance dessa obra.

Em suma, todo o novo complexo por onde passarão mais de 400 mil pessoas/dia já está viabilizado do ponto de vista financeiro.

O FLU – Por fim, o senhor falou da importância do novo terminal na complementação do Caminho Niemeyer.
JRS – Exatamente. O atual terminal, apesar de ter sido construído por mim e por meu companheiro ex-prefeito João Sampaio, e de ter durante um bom tempo servido bem à população, hoje eu reconheço que já não serve mais como deveria. E suas linhas arquitetônicas entram em choque com a concepção geral do Caminho Niemeyer. Por isso, com a construção do novo terminal a partir de projeto do dr. Oscar, fechamos o conjunto de intervenções que formam o Caminho Niemeyer, faltando apenas o Centro de Convenções já praticamente viabilizado em parceria com o Governo do Estado.

O FLU - Mudando de assunto, passado um ano das chuvas e da tragédia de abril do ano passado, o que a prefeitura tem feito no sentido de evitar novos acontecimentos como aqueles?
JRS – Nossa primeira preocupação é com as pessoas. Estamos profundamente empenhados em concretizar o projeto de 5 mil novas casas, dentro do programa Minha Casa, Minha Vida a fim de que aqueles niteroienses que perderam suas casas ou que moram em áreas de risco possam ter uma solução para a vida toda. Só que um projeto desta envergadura leva tempo para acontecer. Muita gente nos cobra uma solução imediata como se para construir 5 mil casas bastasse estalar os dedos. É um processo demorado e as pessoas de boa-fé sabem disso.

O FLU – E o Aluguel Social?
JRS – A Prefeitura e o Governo do Estado, em parceria, têm procurado fazer o pagamento da melhor forma possível. Lamentavelmente, há poucas semanas houve realmente uma falha da nossa parte, quando ocorreu o atraso de um dia no pagamento, o que gerou uma série de incidentes. Naquele momento, ao avisarmos ao banco da data de pagamento, nós o fizemos com apenas 24 horas de antecedência, quando eram necessárias 48 horas para que isso fosse feito. Fiquei muito triste com a situação toda porque aquelas pessoas merecem todo o nosso respeito e aquilo foi uma coisa indesculpável.

O FLU – As pessoas que estão no abrigo da Prefeitura também têm reclamado da situação em que se encontram...
JRS – O abrigo é uma coisa provisória. Não queremos que as pessoas fiquem lá, porque abrigo não é lugar para as pessoas morarem, é um lugar passageiro onde elas ficam enquanto não se encontra uma outra solução. Por isso existe o Aluguel Social a fim de que cada um possa ir normalizando sua vida sem precisar ficar no abrigo. É importante frisar que as pessoas que estão no abrigo também estão recebendo o aluguel social. De qualquer modo, temos feito o possível e continuamos a trabalhar no sentido de uma solução definitiva para essas pessoas.

O FLU – E a Defesa Civil ?
JRS – A nossa Defesa Civil, por não existirem em Niterói a tradição nem o histórico de desabamentos como aqueles que ocorreram, era muito pequena e pouco aparelhada. Nós hoje temos os equipamentos necessários disponibilizados e cerca de 100 guardas municipais treinados especificamente para atuar como agentes da Defesa Civil se houver necessidade. Niterói hoje é com certeza um dos municípios mais preparados para enfrentar qualquer ameaça de calamidade. Ao mesmo tempo, estamos em fase final de elaboração de um grande sistema de alerta antecipado para toda a cidade.

O FLU – Para fazer este sistema de alerta antecipado, o senhor chegou a criar a Geonit e depois preferiu substituí-la por uma subsecretaria de Geotécnica. Por que essa mudança?
JRS – Porque eu fiz a Geonit baseada na GEO-Rio, criada nos anos 60 no antigo Estado da Guanabara. Só que o que era bom há 50 anos, hoje não serviria para Niterói por ser uma estrutura muito grande e pesada para nós. Daí eu ter optado por uma Subsecretaria de Geotécnica com pouquíssimos funcionários, mas todos eles técnicos gabaritados, para estipular o tipo de serviço a ser feito de forma terceirizada pelas melhores e mais conceituadas empresas do setor. Com isso, teremos menos custos e uma eficiência muito maior no acompanhamento das encostas e na criação de um sistema de alerta que proteja a população.

O FLU – O senhor tem recebido críticas por aparecer pouco nos lugares. Dizem que o senhor está sumido. Isso é em função do problema de saúde que o senhor enfrentou no ano passado?
JRS – Olha, eu realmente tive de tratar de um câncer na laringe e ninguém fica muito feliz de enfrentar uma coisa assim. Felizmente estou totalmente curado depois da cirurgia e do tratamento radioterápico que fiz. Mas em nenhum momento esse problema impediu que os expedientes da Prefeitura que dependem do prefeito ficassem em dia. Não ficou nada atrasado.

Quanto à minha presença física nos lugares, eu sempre disse que quem tem de aparecer é a Prefeitura, não o prefeito. Eu não sei fazer política-espetáculo e demagogia, as pessoas sabem disso. Os niteroienses sabem disso, tanto que me elegeram deputado por três vezes e prefeito por quatro, mesmo eu sendo desta forma. Por exemplo, apesar de termos realizado mais de 4 mil obras, poucas delas eu inaugurei.

No meu modo de ver, na hora em que uma obra fica pronta e a população começa a usá-la, ela está inaugurada sem a necessidade de maiores festividades.

O FLU – Mas por que as críticas?
JRS - O que acho que está ocorrendo agora é que, ao contrário dos meus outros governos, este atual tem enfrentado um volume de dificuldades sem precedentes na história da cidade e isso tem feito a Prefeitura realizar menos do que normalmente acontecia nos meus outros períodos à frente da Prefeitura.
Mas nós ainda temos quase dois anos para realizar a administração que o povo de Niterói espera de seu prefeito. As críticas que eu tenho recebido, eu as recebo com humildade porque acho que fazem parte do processo político. Da mesma forma que recebi tantos elogios, hoje encaro as críticas como uma coisa normal e espero que, quando tudo voltar à normalidade, e vai voltar, aqueles que me criticam agora possam ter a satisfação de acompanhar os acertos do governo.

O FLU – E como está a relação com o governador Sergio Cabral?
JRS – Ótima. O governador Sergio Cabral tem tratado Niterói com o maior carinho e atenção. É nosso parceiro no Caminho Niemeyer, é nosso parceiro em várias outros projetos como o Projeto Bairros, por exemplo, que vai sacudir Niterói dentro de pouco tempo. É parceiro em tudo que propomos para a cidade. Ele vem tratando Niterói como eu acho que eu próprio trataria se fosse governador.

O FLU – Recentemente o senhor teve uma reunião com ele para tratar do Caio Martins. Como foi essa reunião ?
JRS - É óbvio que a cidade precisa ter um Caio Martins modernizado porque como ele está hoje não serve à população. O estádio não comporta mais jogos profissionais, o ginásio está ultrapassado e o parque aquático não suporta receber mais nenhuma competição por estar fora dos parâmetros técnicos modernos. Niterói tem de ter um complexo esportivo à altura da sua população.

O Caio Martins, construído há 70 anos numa época em que Niterói era completamente diferente, não pode ser extinto, é claro, mas tem de ser reformulado, tem de ser modernizado. Só os retrógrados não veem isso.

O governador poderia muito bem ter elaborado um projeto e executado do jeito que bem entendesse, mesmo porque o complexo Caio Martins pertence ao Governo do Estado. Mas, não. Ele chamou as lideranças da cidade, vereadores, deputados, o prefeito, e pediu sugestões de como usar melhor o Caio Martins. Não chegou com nenhuma ideia preconcebida. Apenas disse que gostaria de servir melhor a Niterói. Logo nesta primeira reunião ficou acertado que não se abriria espaço para a construção de prédios residenciais, mas que qualquer outra proposta poderia ser estudada.

Decidiu-se, então, que o Governo fará um edital para que vários projetos e ideias possam ser apresentados e uma vez escolhido um deles provisoriamente, possa ser debatido exaustivamente com a população de Niterói. Frase textual do governador Sergio Cabral: “Não farei absolutamente nada que a população não queira”. Ou seja, o governador quer possibilitar que o povo niteroiense tenha o Caio Martins renovado do jeito que o povo quiser.

O FLU – A parceria Prefeitura e Governo do Estado, então, tem funcionado como o senhor esperava?
JRS – Completamente. E o bom é que há uma integração total da minha equipe com a equipe do Estado. Posso considerar, hoje, como amigos e companheiros, auxiliares próximos do governador Sergio Cabral como o Regis Fichtner, o Wilson Carlos, e, em particular, o vice-governador Pezão.

Eu gosto de trabalhar com o Pezão porque além de ele saber das necessidades de um município por ter sido prefeito de Piraí, ele tem um carinho especial com Niterói. Basta ver o número de vezes que ele tem vindo aqui. E não faz isso só por obrigação de ofício, faz isso porque realmente gosta de Niterói.

O FLUMINENSE 
http://jornal.ofluminense.com.br/edi...m-entrevista-0

VIDEO:http://www.tvoflu.com.br/TvOFlu/Vide...teroi-782.aspx

Maior Terminal da América Latina, em Niterói

http://www.tvoflu.com.br/TvOFlu/Videos/Cidades/2011/5/novo-terminal-para-niteroi-782.aspx

Bares e restaurantes podem reforçar cofre de Niterói


Mesas que bares colocam em espaço público têm que pagar taxa anual de R$ 300 / Foto: Arquivo O GloboA secretaria de Fazenda deve voltar a fiscalizar a ocupação de ruas e calçadas feita por bares e restaurantes da cidade. Em São Domingos, os bares instalados em volta da recém-reformada Praça Leone Ramos ocupam com cerca de 150 mesas as ruas de paralelepípedos que ficam fechadas ao trânsito.
Como a taxa prevista pela prefeitura é de R$ 300 por ano para cada módulo de mesas e cadeiras, só ali a prefeitura poderá arrecadar R$ 45 mil para os cofres públicos. Você acha que bares e restaurantes podem ocupar ruas e calçadas com mesas e cadeiras, mesmo pagando taxa

Detro tira 76 coletivos de circulação no Grande Rio, Niterói e São Gonçalo | Jornal O Fluminense

Detro tira 76 coletivos de circulação no Grande Rio, Niterói e São Gonçalo | Jornal O Fluminense
Operação do Detro chegou também à Região Serrana. Foto de arquivo

Minha casa minha vida

http://www.tvoflu.com.br/TvOFlu/Videos/Cidades/2010/4/entrevista-moreira-franco-466.aspx

Abuso de bares e restaurantes

http://www.tvoflu.com.br/TvOFlu/Videos/Cidades/2011/5/ocupacao-irregular-em-debate-784.aspx

Prefeito de Niterói se reúne com sua base política para discutir apoio | Jornal O Fluminense

Prefeito de Niterói se reúne com sua base política para discutir apoio | Jornal O Fluminense

Jorge Roberto, o vice José Vicente e14 dos 15 vereadores que estiveram no encontro. Foto: Márcio Oliveira

quarta-feira, maio 11, 2011

PROJETO JAIME LERNER, CONFIRA

Caro amigo leitor.
No ano passado, informei sobre o novo projeto  que pode de vez melhorar a qualidade do tráfego em nossa cidade, um projeto que abrange todos os bairros, e com uma proposta inovadora.
Mas..... até agora nada foi feito, nehuma satisfação, nenhuma melhoria no sistema viário, tenho a certeza de que a empresa está recebendo direitinho. E nós? quando que vamos receber essa melhorias, a cada dia que passa o trânsito fica insuportável, ontem por exemplo, um acidente na contorno, transformou a cidade num caos, tudo parado, não tinha pra onde correr, e enquanto isso nosso prefeito, se é que temos um né, não aparece, não dá  sinal de vida, alô Jorge!!!! 2012 tá chegando....
Sem mais comentários no momento..... boa leitura.
Assista o slide, clicando no botão play abaixo do video.